Você já se sentiu ansioso?




Ansiedade é algo natural e bom, sabia disso? Muitos podem está refletindo aí, bom? Como? É por você não me conhece. Sim, com toda a certeza afirmo: “Ansiedade é algo bom” desde que você tenha ela em níveis controláveis. A Ansiedade nos acompanha desde a era primitiva, quando os nossos ancestrais já visavam a caça e a pesca de animais selvagens, com a evolução humana alguns aspectos primitivos foram adquiridos e cresceu juntamente como nosso celebro. Entende-se ela hoje como algo normal, imagine aí se você não tivesse ansiedade?

  A vida seria bem curta, pois a ansiedade freia os nossos impulsos, imagine nós não teríamos medo de nada e arriscaríamos a nossa vida a todo o momento. O problema é quando a ansiedade se torna transtorno e com proporções exageradas daí ela deixa de ser benéfica para tornar insuportável. Existem vários tipos de ansiedade definidos por critérios rigorosos pela OMS e os manuais de estatísticas DSM V e CID10. O diz o DSM sobre ansiedade:




“Ansiedade incluem transtornos que compartilham características de medo e ansiedade excessivos e perturbações comportamentais relacionados. Medo é a resposta emocional a ameaça iminente real ou percebida, enquanto ansiedade é a antecipação de ameaça futura”. (DSM V, p.189).

Ansiedade é formada por inúmeros outros probleminhas que dificultam a vida do portador, tendo como uma das da característica principal a preocupação, ou antecipação do futuro. Muitos preocupam demais e de forma exacerbada causando um estresse muito intendo para a pessoa que sofre desse mal. Caso conheça alguém que possui transtorno de ansiedade faça uma pequena pergunta: qual a importância de ficar sempre preocupado? Creio que poderá ter respostas totalmente diferente pois em tratando-se de transtorno as reações corpóreas podem ocorrer em diferentes formas. Mas penso que muitos dirão: Me preocupo para afastar e “tentar” resolver o que me aflige. Vamos criar um pequeno exemplo: Uma senhora extremamente ansiosa passa o dia todo preocupada com o sobrinho que saiu com os amigos em outra cidade, a senhora sofre desde a hora que sai até o horário que o filho volta. Mas será que o sobrinho está passando por algum problema que pode justificar a preocupação da senhora? Nenhuma!! Quando o filho retorna, a senhora fica aliviada e diz mentalmente “a minha preocupação valeu” e se o filho devesse algum problema? A preocupação séria invalidada. Para todos os casos a preocupação é apenas desgaste mental sem necessidade, deixo claro! Ansiedade e preocupação em níveis moderados não são o problema, eles e tornam ruim quando exagerado. Preocupar demais não resolve nada. Muitos casos são bem comuns:

Será que você se identifica com algum?

1 Pensamento automático: O professor disse que a aula deve ter interação entre os alunos em várias discussões “estudei o assunto” “ será que se falar o professor pensará que não sei” “os meus colegas sabe mais do que eu” “eles vão ri de mim” “meu coração está saindo pela boca” “ e se eu desmalhar lá na frente” “ meu professor vai me dar uma bronca” “todos vão pensar que preguiçoso”

Quantas das vezes esses pensamentos se concretizaram?




  • “Hoje meu braço está com uma mancha vermelha o que pode ser? Vou procurar na internet” esses casos são bem comuns com os jovens-adolescentes que passam horas vasculhando site para justificar um diagnóstico da mancha no braço sem sucesso, pois para a sua surpresa encontra as piores relações possíveis para a sua mancha, contribuindo ainda mais com o seu sofrimento e muito retraem aquele sentimento negativo para si. Outro caso é ler bula de remédio sem uma criticidade sobre as substâncias farmacológica descritas. Muitos fármacos possuem princípios ativos que podem atuar em diferentes tipos de patologia, muitos olham o fármaco e pensam que a pessoa possui todas as doenças escritas na bula contribuindo para uma preocupação exagerada e dificultado muitas das vezes o efeito do remédio –NÃO LEIA A BULA, SIGA APENAS AS RECOMENDAÇÕES DO SEU MÉDICO.
  • Creio que alguns “se encontram” em alguma frase descrita. Mas preste atenção: Textos da internet não são referência para diagnóstico, pois trata de um transtorno, caso esteja, com algum problema recomendo que procure um médico, só eles te darão um diagnóstico preciso ao seu caso.

    Para o DSM V esses são os critérios estabelecidos para diagnosticar transtorno de Ansiedade:




    1. Sofrimento excessivo e recorrente ante a ocorrência ou previsão de afastamento de casa ou de figuras importantes de apego.
    2. Preocupação persistente e excessiva acerca da possível perda ou de perigos envolvendo figuras importantes de apego, tais como doença, ferimentos, desastres ou morte.
    3. Preocupação persistente e excessiva de que um evento indesejado leve à separação de uma figura importante de apego (p. ex., perder-se, ser sequestrado, sofrer um acidente, ficar doente).
    4. Relutância persistente ou recusa a sair, afastar-se de casa, ir para a escola, o trabalho ou a qualquer outro lugar, em virtude do medo da separação.
    5. Temor persistente e excessivo ou relutância em ficar sozinho ou sem as figuras importantes de apego em casa ou em outros contextos.
    6. Relutância ou recusa persistente em dormir longe de casa ou dormir sem estar próximo a uma figura importante de apego.
    7. Pesadelos repetidos envolvendo o tema da separação.
    8. Repetidas queixas de sintomas somáticos (p. ex., cefaleias, dores abdominais, náusea ou vômitos) quando a separação de figuras importantes de apego ocorre ou é prevista.
    9. O medo, a ansiedade ou a esquiva é persistente, durando pelo menos quatro semanas em crianças e adolescentes e geralmente seis meses ou mais em adultos.
    10. A perturbação causa sofrimento clinicamente significativo ou prejuízo no funcionamento social, acadêmico, profissional ou em outras áreas importantes da vida do indivíduo. D. A perturbação não é mais bem explicada por outro transtorno mental, como a recusa em sair de casa devido à resistência excessiva à mudança no transtorno do espectro autista; delírios ou alucinações envolvendo a separação em transtornos psicóticos; recusa em sair sem um acompanhante confiável na agora-fobia; preocupações com doença ou outros danos afetando pessoas significativas no transtorno de ansiedade generalizada; ou preocupações envolvendo ter uma doença no transtorno de ansiedade de doença.




    Mas uma vez repito: Não use essas referências para dar um autodiagnostico, somente o seu médico poderá investigar o seu caso. EM NENHUMA CIRCUNSTÂNCIA TOME REMÉDIO POR CONTA PRÓPRIA, os fármacos podem reagir em diferentes formas, É ARRISCADO, caso esteja passando por algum problema FALE COM ALGUEM, ou PROCURE O POSTO DE SAÚDE MAIS PRÓXIMO DA SUA CASA. Respeite a sua saúde com ela não pode brincar.

    O transtorno de Ansiedade é algo bem comum para a nossa sociedade, devido ao mundo está dinâmico e acelerado, são exigidos cada vez mais do nosso corpo e capacidade mental e muitas das vezes não temos uma “válvula de escape” o sofrimento acumula e retorna em sintomas físicos. Por isso é sempre bom não preocupar com algo que está longe de você, e se acontecer o que pode fazer? Nada, preocupar de forma antecipada é o mesmo que sofrer por nada, tenha em mente tudo acontece em seu devido momento, preocupar com algo do passado e futuro é perda de energia.




    Desvie o pensamento para algo que te agrade, assista um filme, saia com os amigos, faça um almoço fora da cidade, reserve um momento só para você, leia um livro, se caso tome remédio a para ansiedade desde que já tenha passado pelo MÉDICO, tome direitinho, com as recomendações corretas. Brinque, chore, ria muito, encontre pessoas com os mesmos gostos que você, não tente prejudicar o outro, faça o bem, visite um hospital com crianças doentes, arrecade alimentação e faça uma boa ação social “Não tire foto” e nem poste em redes sócias, muitos “amigos” entende de diferentes formas a sua ação, rede social é um catalizador muito grande de ansiedade. Viver bem é o melhor remédio para qualquer transtorno.




    Obs.: As informações contidas neste texto são oriundas de referência bibliográfica e vídeo aula. Não tenho competência para diagnóstico ou análise do transtorno. É recomendado que você procure um médico Especialista (PSIQUIATRA) ou (PSICÓLOGO) que irá lhe dará as devidas orientações, TEXTOS DA INTERNET NÃO SÃO REFERÊNCIA PARA DIAGNOSTICO.

    REFERENCIA.

    CID 10 (Classificação de transtorno Mentais e do Comportamento) Descrições clínica e diretrizes diagnósticas.

    DSM-5

    Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais-. 5ª Edição.

     



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