Regionalização e o IDH




             Com certeza você estudante da educação básica já ouviu o professor de geografia citar inúmeras vezes essa palavrinha de três letras: IDH que tem por explicação “O índice de desenvolvimento humano”

You have been a student of basic education, and you have heard the professor of geography say this tree-latter word countless times: IDH, whose explanation is the human development index

ou seja, é uma avaliação de vários segmentos que compõem uma média para determinar a “condição de vida” da população, essa média varia de uma escala de 0 até 1 e os componentes que são utilizados como variantes estão centrados a priori nas seguintes esferas: Educação, Saúde, e renda per-capita. Mas devemos entender que não é apenas um jogo de somar, diminuir e dividir esses componentes, mas a relação de um todo contexto. Para ser sincero o Índice de Desenvolvimento Humano não foi a primeira tática utilizada para definir ou organizar a economia do mundo, numa escala de 100 anos muitas tentativas foram impostas para organização do espaço social, econômico. Algumas tentativas bastante frustradas foram inseridas para defini-la.

             Durante a nossa história o território foi o principal troféu de demonstração de poder durante muito tempo, sendo a fonte de riqueza e dominação, podemos evidenciar alguns marcos históricos desde a Grécia antiga, quando as formações dos espaços gregos e outras civilizações importantes demonstravam dois pontos essenciais de poder: À guerrilha e a tomada de território. Outros pontos de referencial histórico foram primordiais para a reformulação do poder, qualidade de vida e economia. Durante a idade média os poderosos estavam centrados na Igreja e a dominação religiosa em todo o mundo, mas podemos entender que aqui que o território definia poder, a mesma ideologia ainda perpassava nos seus ideais. Quando chegamos nas Guerras: Primeira e Segunda, Vietnã, Golfo e outras guerras tinham como principal meta a dominação do território, e por si, contribuindo.




             Algumas tentativas para a formulação de um novo ideal do poder perpassam durante o final da segunda guerra mundial, com a formação do Beneflux e Guerra Fria, quando a arte bélica era a principal demonstração de poder, mas ainda não deixando  o território as suas principais metas, com isso foram reformuladas algumas teorias que vinham a ser necessários para tentar  reformular uma nova tentativa de organização, e essas tentativas demonstram bem isso: A divisão em Norte e Sul demonstram total evidencia da opressão do poder bélico, econômico, e territorial, como podemos ver no mapa a seguir:

Neste mapa demonstram muito bem essa divisão, os países que estavam geograficamente ao norte eram definidos como superpotência, o denominador econômico, e ao sul, os países pobres que apresentavam inúmeras dificuldades socioeconômicas. Mas como a tentativa de reorganização não deu muito certo, esse ideal não prevaleceu por muito tempo, devido algumas amostragens geográficas de localização, como é perceptível no mapa que as regionalizações nortes e sul não definiam como muita eficácia dessa relação, percebemos no mapa que alguns países tipo rico estavam geograficamente abaixo na posição que deveria ser pobre, como no caso da Austrália”





Uma nova tentativa de organização do espaço mundial foi pensada e concebida durante alguns anos após a Guerra Fria agora era preciso fazer uma nova reorganização do espaço mundial em “mundos” primeiro mundo destinava aos países ricos, segundo mundo os países socialistas e terceiro mundo aos países pobres, essa teoria foi concebida e atualizada devido a alguns eventos que ocorriam no mundo. Às fases do capitalismo influenciaram diretamente essa reorganização do espaço, por exemplo: Em se tratando em países rico eram aqueles que detinham a industrialização como  na sua produção, seus produtos industrializados eram vendidos aos países capitalistas pobre com altos preços, já os países pobres detinham a atividade agrícola como base na sua economia. Com o advento da tecnologia, globalização, e capitalismo crescendo rápido as estruturas econômicas dos países também mudou, podemos dizer que tanto pais desenvolvidos quanto países subdesenvolvidos compram produtos agrícolas e vendem produtos industrializados, mas  a qualidade e à quantidade de indústria ainda é enorme.

             Os países do segundo mundo é conhecido como países socialistas, cuba, União Soviética adotaram o socialismo como prática nos seus respectivos países, onde a “igualdade de bens” social e cultural prevaleciam. Mesmo essa teoria abrangendo algumas particularidades dos países e conseguindo alcançar uma quantidade maior de países ainda não é suficiente para determinar com precisão um ponto de equilíbrio do processo de regionalização no espaço mundial, essa teoria têve uma falha, não por ser imprecisa, mas devido aos eventos que ocorriam no mundo. Com a queda do muro de Berlim deu-se uma nova roupagem ao mundo atual, iniciam a era de dominação do capitalismo, juntamente com a globalização alcançando uma quantidade enorme de países que se tornaram adeptos e até mesmo alguns socialista se tornaram capitalistas, deu se “fim” ao socialismo e por ventura a queda da teoria dos mundos, não tinha condição de estabelecer uma organização apenas com o primeiro e terceiro mundo intacto.

             Outra tentativa de organização passou a aparecer no mundo depois desses eventos os ditos países: Desenvolvidos e Subdesenvolvidos. Os países Desenvolvidos estavam ligados com maior precisão aos avanços do capitalismo, os Desenvolvidos aqueles países que alcançaram uma  estabilidade econômica muito grande e tecnologia, a produção eram definidos como poder, já os países subdesenvolvido tinham uma vida contraria dos países desenvolvidos, tinham dificuldade econômica, política, e cultural, sendo considerados países com industrialização tardia, devido a ter uma disparidade de anos em comparação aos países da Europa e Estados Unidos que tiveram nos primórdios do século 18 e 19 um avanço muito grande em indústria e produção.

             Mas infelizmente essa teoria estava ainda sendo remodelada, pois nessa mesma época foram apontados alguns questionamentos sobre alguns comportamentos econômicos de alguns países, sendo eles os países periféricos e o que estavam no meio termo, que nem eram ricos e nem viviam em índice de pobreza. Daí surge o Índice de Desenvolvimento Humano que utilizam critérios um pouco mais eficaz para definir, podemos dizer que o IDH é um resultado acumulado dessas teorias, o IHD corresponde a uma espécie de média que de acordo com os critérios de PIB, Saúde e educação definem a sua política.




             Para começarmos a perceber a importância do IDH para determinar a “posição” desses ´países iremos perceber de acordo com uma pequena menção da ONU (Organização das Nações Unidas) para pobreza “podemos definir pobreza extrema” aquele indivíduo que vivem com menos de 1 dólar por dia. Seguido a meta estabelecida no IDH que estaria na escala de 0 a 1 que os países que estavam abaixo de 0,500 apresentavam condições bem precárias de sobrevivência, isso quer dizer que esses países estavam próximo da linha de pobreza e extrema pobreza, as condições de alimentação, saúde e moradia eram bem precárias, com isso, apresentavam péssimas condições de sobrevivência. Já os países que estavam além de 0,500 em média 0,900 apresentavam melhores condições de vida, pois a infraestrutura, saúde, moradia eram excelentes para as condições de vida, ou seja, apresentavam uma esperança de vida muito maior.

             Algumas observações que devemos levar em consideração em relação a dois pontos primordiais: quando tratamos a esperança de vida e renda per-capita. A esperança de vida ou expectativa de vida é uma média calculada devido as suas condições de sobrevivência o “quando a pessoa conseguirá se manter viva” podemos dizer assim, condição de boa alimentação, salário e lazer definem muito bem o quando essa pessoa vive, por exemplo: alguns países africanos possuem em média 35 anos, já no Brasil em média 68 a 70 anos, em outros países 80 e por aí vai, quando melhor condição o pais dar a população maior chance será deles sobreviver por mais tempo.

Outro fato que muito engana quando relata questões do IDH é: a renda bruta ou pér Capita  isso não quer dizer que é sinônimo de boa condição de vida no caso dos Estados Unidos sendo a maior economia não quer dizer que detém o título de melhor país para sobreviver, sendo a Finlândia, Noruega os que estão no topo de melhor países para viver, sem esquecer que o índice de violência, entrada de droga, corrupção no pais interferem bastante nesses critérios, um exemplo próximo no caso do Brasil, nosso pais possui um alto índice de produção econômica em comparação ao Canadá, em linhas básicas podemos dizer que o Brasil é um pais que possui maior riqueza do que o Canadá, mas quando colocamos em xeque os serviços que são devolvidos a população, levamos uma grande surra, em educação, saúde moradia, no Canadá são altamente superior aos que temos no Brasil, lá no Canadá o índice de alfabetização é bem elevado, pobreza existe, mas a sua concepção é diferente na qual é praticada no Brasil, violência é quase nula, a produção técnico cientifica no pais é bem maior, a taxa de arrecadação de imposto é bem menor comparada ao Brasil, sistema de saúde é eficaz, mas não é melhor do que o SUS no Brasil, nosso sistema de saúde é bem planejado, mas devido alguns certos fatores ele é comprometido a sua excelência.




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