Meio Ambiente, Sustentabilidade e suas consequências.


Meio Ambiente é um termo bastante costumeiro nos dias de hoje, todo mundo comenta um pouco sobre o tema. É corriqueiro que as pessoas utilizam o termo ambiente atrelado a cultura da “sustentabilidade” e prática da ecologia. Sendo que os temas comportam de forma “semelhante”, mas não são iguais. Meio ambiente em território brasileiro é instituído pela lei nacional 6938 que dispõe sobre a “Política Nacional do Meio Ambiente, seus fins e mecanismos de formulação e aplicação, e dá outras providências” que define todos os parâmetros aplicável na Federação.
Definir meio ambiente não é algo tão simples como parece, apesar do termo ser muito popularizado, na verdade é extremamente complexo, pois envolve inúmeros campos cientifico como a Ecologia, História, Geográfica, Antropológica, Psicologia Ambiental, Química, Física e outras. Para entendê-la precisa compreender essa relação e em magnitude com a qual está relacionada, na qual vigorará os resultados de interconexão nos mais vertentes graus de intensificação.
Para dar maior ênfase podemos criar uma ligação para poder entendê-los os dinamismos correlacionando com os domínios morfoclimáticos que formam todo esse “meio ambiente” em território brasileiro. Os Domínios Morfoclimáticos caracterizam de acordo com a inserção nos processos “geográficos” definidos por: geológico: físico-químico e suas relações com o “intemperismos”, movimentos e modificações dos solos, juntamente com o clima: e suas variações (latitude, altitude, pressão atmosférica, massas de ar fria e quente) geomorfológico: (formação dos rios, costas ciliares, processos de formação de rios e lagos que estão inseridos no domínio) formação biológica e biomas (fauna e flora) integrados neste domínio e hidrográfico (formas de rios caudalosos e perenes) tudo isto formam o domínio.
Podemos entender que meio ambiente não é algo simples a se entender e está muito longe de realizações de campanhas de coleta seletiva e desperdício de água. O meio ambiente se comporta devido a sua complexidade que a forma, e ainda precisamos inserir neste termo, os seres humanos que “integram” toda essa “Ecologia” pois nós temos o papel quase importante nesta relação. Os seres humanos ganham “algum” papel quanto o “tratam” e iniciam o processo de reflorestamento e reconstrução do local, mas sem isso ele se comportará como seu principal agressor.
Outro termo que compactua com o Ideal do Meio Ambiente é o termo poluição: O termo é utilizado por uma vertente atrelada ao homem, mas na sua conjectura atual podemos atrelar com a natureza sendo uma contribuinte com sua forma mais peculiar forma de poluir como: um tsunami ou terremoto, apaziguando o homem como o maior desertor do ambiente. Em termo simples posso afirmar que poluição refere-se a modificação da paisagem em todos os ângulos que uma vez manipulada nunca voltará ao seu estado normal.
Corroborando com as afirmações já destacadas podemos mencionar a sustentabilidade, que por sua vez, é totalmente contrário do que a maioria das pessoas pensam, e não podemos entender como um termo “moderno” .Desde as primeiras manifestações humanas este termo já era praticado, não com as mesmas intenções que hoje, pois estamos em época diferente, mas podemos dizer que a séculos atrás o termo era facilmente reconhecido quando os “homens pré-histórico” iniciaram a ocupação e modificaram as novas áreas (quando iniciou esse processo o homem pré-históricos desenvolveu o seu cérebro criando novas sinapses e tornando homem-sapiens).
Não podemos perder o raciocínio que compactua com todos os aspectos (domínios e ciências atreladas a ela) a sustentabilidade é parte integrante deste processo. O termo tente a se desenvolver durante a sua história. Na era pós-moderna a relação com a sustentabilidade está com outra pegada atrelada à prática do empreendedorismo que o homem como ser principal e ocupante visa transformar o ambiente em algo durável e reutilizado por várias eras, gerando a preservação.
Agora que já sabemos com o conceito de meio ambiente funciona posso mencionar as principais problemáticas votada a ela. O primeiro termo a ser tratado podemos dizer que existe uma relação externa que modifica o “meio ambiente “e seu dinamismo conhecido como “aquecimento global” que nada mais é que uma irregularidade em nível planetário ocasionado devido a modificação físico-químico nas estruturas gasosas da atmosfera. Em termos simples podemos afirmar que o aquecimento que deveria ser normal é interferido por gases do efeito estufa, e os albedos devido a esses gazes tóxicos (dióxido de carbono, metano e enxofre) dificulta a passagem dos raios solares para fora da órbita da terra, ficando em sua maioria retidos na terra, por isso o aumento drástico de temperatura.
O principal problema que o “aquecimento global” traz é bem mais trágico do que apenas aumentar a temperatura traz alguma consequência proveniente desse aumento que em tese causa um certo desequilíbrio em todo o planeta. Uma dessas principais problemáticas está relacionando as calotas polares é derretimento aumentando o nível médio das águas dos oceanos, e alguns locais podendo ocorrer a dessalinização da aula o desaparecimento de algumas cidades que estão abaixo do nível do mar.
Esse problema causará certo desequilíbrio em toda a “ecologia” não causando aversão na temperatura, mas em todo o ecossistema. Entendemos a um certo desequilíbrio a reação é em cadeia, isto não é “natural” às consequências podem ser irreparáveis podendo ocorrer muitos casos de extinção de espécies na fauna e flora.
Outra consequência está relacionada as queimadas que remetem a reflexão do termo poluição. Os dois casos são ocasionados pelos dos agentes principais: o homem e a natureza. A maior reflexão que podemos fazer deve ser primeiramente em quanto as reservas protegidas pelo Estado. O Código florestal brasileiro de 2012 nº 12.651 que dispõe da proteção da vegetação nativa. Que devido as ações do homem que causa queimadas ou caça predatória são vigorados crimes.
As queimadas é um dos principais agentes causadores que modifica em forma continuada e proporcionando menor nível de reestruturação.

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