A palavra em questão não é “limite” e sim, respeito.




Quando o indivíduo está em um contexto social, a compartilhar ideias e formar valores, não deixa de se perguntar até que ponto vai a sua liberdade de ir; vir; opinar; interrogar; expressar. No convívio, na arte, livros e jornais a opinião do sujeito admite o limite de uma linha tênue, respeitar os valores humanos, respeito ao outro.




Na sociedade há muitas questões polêmicas e  delicadas. A política, a religião, a homossexualidade, a igualdade de gênero são umas das muitas questões que vez ou outra levantam conflitos. A liberdade de expressão nesses temas ganha um limite cultural, na qual a abordagem da igualdade de gêneros no Brasil, por exemplo, tem mais espaço a ser trabalhado do que em outros países como a Índia ou Afeganistão.

Não se deve confundir, entretanto, ter  tolerância ao outro e a uma cultura vigente com a opressão da opinião. As marcas da ditadura não devem ser esquecidas e o atual período, que ,na opinião de muitos estudiosos, é de uma democracia “jovem”, precisa se firmar através do dialogo, opiniões do todo e discussões dos temas polêmicos que o meio abrange.




Portanto, quando pensar na liberdade de expressão  é fundamental ter ciência de respeitar o espaço do outro. Mas isso não significa que os assuntos delicados não precisam ser abordados, pelo contrario, quanto mais foram trabalhados, mais maturidade e conhecimento serão adquiridos pela população.




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