Compreender a estrutura cerebral irá diagnosticar novas falhas no ensino.

Neste exato momento deve estar presente a compreensão do Meio Ambiente, numa visão complexa e interdisciplinar, este é o agora, que se formará a nova postura do professor que vai além daquilo que é visível aos olhos dele, enquanto profissional e do estudante que está sendo orientado a conceber este mundo e criará a possibilidade para que o estudante possa progredir mentalmente. Em âmbitos educacionais foi “incorporada uma política Nacional do Meio Ambiente em 1981, quando se reconheceu a necessidade de inserir a dimensão ambiental em todos os níveis de ensino” (programa Salto para o futuro)

Percebe-se que a falha é histórica e pode ser que o professor não tenta tanta culpa assim, ele pode ser fator resultante da falha histórica, por não conseguir construir os conceitos (interdisciplinaridade), Meio Ambiente e Geografia não se pode esperar que ele tenha uma nova postura, ele se tornará professor linear. Deveria uma nova reforma pedagógica e incremento de novos saberes na educação superior? O problema está no Ensino Superior?  No Ensino Básico? Na Sociedade? Ou professor atuante?

A formulação de novos paradigmas irá convidar aos integrantes intelectuais do ensino a pensar diferente, pode ser que a falha seja a forma que pensamos e agimos por ideais errôneos e falta de reflexão mais complexa, precisa de a teoria da complexidade ser estuda nos âmbitos educacionais. Por que será que nós enquanto profissionais não estamos questionamos os saberes que nos são concebidos nas universidades e pesamos jamais iria colocá-los em prática com meus alunos.  Paulo Freire em sua obra: educação como prática de Liberdade questiona essa dificuldade que a sociedade falha em questionar. Segundo o professor somos resultantes de falhas históricas “situamos a “sociedade fechada”, somos resultantes dos processos históricos […]antidemocrática como o ponto de fase de transição […] (p.89)




Construir conhecimento nos setores da educação se tornou uma tarefa extremamente complicada por que pensar se tornou uma tarefa árdua, difícil e chata, percebe-se que poucos pensam, poucos agem, poucos transcendem saberes e as universidades não te ensinará a pensar, não te dará conhecimento, ninguém dá conhecimento ao outro o que se faz é orientar, dar parâmetros e diretrizes para que o estudante possa buscar a construção dos seus próprios conhecimentos e muitas das vezes não oportunizará estas facilidades.

Às metodologias e Métodos Irão caracterizar e viabilizar aos estudantes a criar  formas de pensar é por isso que há inúmeros erros de procedimentos metodológicos de ensino e por falta dessas conjecturas que todo o ideal de ensino se desfaz, não há formação para a postura interdisciplinar e tão pouco olhares para meio ambiente.  O Ensino está voltado a linearidade do saber, ou seja: geografia é o estudo do espaço, matemática é cálculo, biologia estuda planta, e química é experiência em laboratório.

A visão comensurada da linearidade, não há interdisciplinaridade, o sujeito que diz que geografia só estuda mapa não desenvolveu o seu pensamento transcendente, pois não houve os parâmetros necessários que iria possibilitar o aluno a pensar fora da caixa e retorna aquele empasse já citado. Por onde deveria começar. Há um ramo da Neurociência/Neuroeducação que surgiu para poder compreender com mais precisão como os estudantes desenvolvem os seus conhecimentos, mapeando áreas importantes para a educação e criando saberes importantes que devem estar nos currículos dos profissionais da educação com ela possa compreender fisiologicamente como se formam novos conhecimentos.

 

Criando  métodos e metodologias e aprimorando as existentes. O professor irá criar  ferramentas de ensino que podem suprimir falhas existenciais. Saber um pouco de memória de curtíssimo, curto e longo prazo visará ao professor quais categorias de atividades que meu aluno poderia estar praticando e possibilitando a concepção desta visão interdisciplinar e a partir desse momento o docente poderia enxergar novas possibilidades de ensino eixando de lado lacunas que já foram citadas, só isto não é suficiente.

Esta nova postura distancia da realidade da Educação no Brasil em nosso país possui inúmeras realidades distribuídas nas regiões temos dimensões continentais.  Há outra trave que dificulta a sua concepção metodológica: a diversidade cultural; formação de Identidade; questões de gênero; pluralidade cultural, religiosidade e tradições. Não é tão fácil ensinar bem no Brasil, construir uma postura interdisciplinar com visão holística acoplada ao Meio Ambiente, reafirmaria a falha tentativa de mensurar estas relações e não necessariamente por falta de competência profissional, agora se situamos porque esta postura depende de fatores mecânicos, realidades e múltiplos saberes.

 

A problemática que consiste presentemente na realidade no Ensino vale refletir  que pode ser que o educador esteja consciente que fazendo o melhor e de bom agrado para os seus alunos, mas na maioria das vezes ele irá optar pela linearidade do saber, por que é mais rápido.

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