A Terra tem mais de 4.5 Bilhões de anos

Desde esse tempo pré-histórico o Meio Ambiente já estava consagrado e com o surgimento do homem ele torna-se parte da sua vivência.  descrito por Morin:

A vida é um fungo que se formou nas águas e na superfície da terra. Nosso planeta gerou a vida que se desenvolveu de forma líquida no mundo vegetal e animal; nós somos uma ramificação da ramificação dessa evolução dos vertebrados, dos mamíferos, dos primatas, portadores em nós das herdeiras, filhas, irmã das primeiras células vivas. (MORIN, 2003, p.36)

A partir dessas aspirações introdutórias sobre o Meio Ambiente poderemos entender que a interdisciplinaridade é a junção de teorias que conversam entre si que mensuram um novo ideal de conhecimento é a intersecção de saberes como pensam os matemáticos, é aglomeração de ideais que conversam entre si, proporcionando a geração para um novo saber. Todavia essa construção não parte do vazio ela é resultante da problemática que surgem nos tempos de globalização. Apesar que os diálogos metodológicos vêm muito antes da discussão, és longínqua, mas prezo por destacar a mensuração desta prática depois dos anos 90.




A interdisciplinaridade é considerada uma inter-relação e interação das disciplinas interessar-se atingir um objetivo comum. Neste caso, ocorre uma unificação conceitual dos métodos e estruturas em que as potencialidades das disciplinas são exploradas e ampliadas. Estabelece-se uma interdependência entre as disciplinas, busca diálogo com outras formas de conhecimento e com outras metodologias, visando construir um novo conhecimento. Dessa maneira a interdisciplinaridade se apresenta como resposta a diversidade, a complexidade e a dinâmica do mundo atual (Vilela e Mendes, 2003, p. 529)

Depois destas reflexões integro a importância da Geografia e como ela deve ser entendida. Não o diferencia dos conceitos abordados nesta últimos parágrafos, a Ciência Geográfica existe desde os primórdios e a existência do homem, mas ela torna-se (ciência) devido às revoluções positivistas, sim, é positivista igualmente as todas as outras ciências que compõem o cabedal das ciências humanas, ela visa compreender o homem em sua totalidade e como a interdisciplinaridade interferem nesta formação, sendo somente possível se houver racionalidade interdisciplinar.

A Geografia se tornou uma área interdisciplinar em sua essência, não é possível manter somente na linearidade, se o manter arriscará perder a sua essência é perceptível a sua facilidade em dialogar com outras áreas e formar-se outros saberes, por isso que tudo que há na existência humana ou na natureza tem a essência da geografia e não somente por ser humana e física na sua base. Para Vessentine a relação é entendida por:

(….) o ensino de geografia no século XXI, portanto, deve ensinar, ou melhor, deixar o aluno descobrir o mundo em que vivemos, com especial atenção para a globalização e as escalas local e nacional, deve enfocar criticamente a questão ambiental e as suas relações sociedade e natureza (…), deve levar os educandos a interpretar textos, fotos, mapas e paisagens. (VESSENTINE, 1995:23)

O ideal discutível neste Ensaio Acadêmico pretende mesclar esses conceitos em diálogos com o saber geográfico interdisciplinar torna-se então a proximidade da sensação de pertencimento ao Meio Ambiente, todo geografo deve estar conectado com o seu meio. Entender esta realidade é compreender que ainda está longe de ser realidade nas escolas de educação básica, não é ainda realidade e prevejo que nem as universidades deixam que essa teoria seja acoplada nas “práxis”.

O papel da Geografia no Ensino Básico caracteriza a desenvolver a criticidade do estudante para ele poder compreender o mundo em sua totalidade nos âmbitos local, regional, nacional, continental e mundial, a posição do estudante compreender a visão holística que o mundo dele está proporcionado a viver, mas a princípio não oportunidade para que o estudante perceba esta relação. Segundo Milton Santos:

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