A construção da postura pedagógica do professor

A educação do século XXI exige ensino rápido, prático e com ideais próprios os dados (notas de avaliações e apresentações de seminários) muitas vezes torna-se mais importante do que a prática de ensino. E essa fragilidade torna se o ponto de discordância, na prática, educacional, não me refiro somente as ciências humanas, mas qualquer área do conhecimento que é comum a prática “costumeira” “fácil” torna todo processo de aprendizado lento e fragilizado é por esta razão que não há possibilidade do professor adquirir uma postura interdisciplinar no ensino.

Ouvimos sempre nos trametes midiáticos que nosso país se torna tudo mais difícil e não somente a falha da construção do saber, que não há valorização do profissional e falta de estrutura física, mas prezo ser falta de concepção ideológica e abertura do pensamento mais completo, é oportunizar a concepção para entender tudo, enxergar tudo, saber o mais possível, é relacionar com tudo, é ler o mundo através da visão do todo. O professor que transcendeu esta postura linear não precisará de ferramentas ou ambiente de ensino. O próprio professor de geografia irá encontrar aberturas nestas falhas devido a imensurável quantidade de conteúdo, informação há no lugar que ele trabalha a sala de aula é o mundo aberto, prático e respeitoso.

Visualizando em prática educacionais é possível perceber em aula que o professor deve considerar a estrutura humana, social, psicológica, crenças e gênero de cada aluno e ao oportunizar uma discussão do conteúdo em sala de aula e perpassa até um diálogo psicanalítico porque as suas concepções pessoais estão formadas a partir da construção do EGO, Super Ego, o ID não caberia é a partir da sujeição conceitual irá partir da premissa pessoal e não conjunta e jamais interdisciplinar. Ao falar que a geografia estuda a paisagem, o espaço deve enxergar todas as conjecturas inseridas no âmbito e a comensurável falha dará aí, preso pelo que penso e não o que deveria pensar.




A conversa com novos saberes não deverá partir de concepções próprias. Como tornaria possível uma visão interdisciplinar se obrigo aos meus alunos a pensar da mesma forma que penso. A nova postura interdisciplinar deverá oportunizar ao aluno transcender o conhecimento e não repetir o que o professor pensa. O educador já tem formação, concepções ideológicas que fazem o que ele é, aluno não tem, está em formação, por isso que a postura interdisciplinar não acessar possível em mentes que não pensam interdisciplinar.

A Educação impregnada em nosso país que te obriga a pensar da mesma forma que seus mestres, compactua com a fragmentação do saber, não há construção de conhecimento se fazer-nos a pensar que as opiniões que parte do princípio do saber único e pessoal, não deveria fazer.

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